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sábado, 24 de setembro de 2011




Desde aquele dia a preocupação não me deixa. O medo, angústia. Não pude esquecer aquelas palavras, a sensação nenhum pouco agradável que elas me causaram. E ao te ver indo fazer aquilo novamente, volto a ficar entristecida. E temerosa. Não quero te perder, não posso te perder.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

:D, Giselle Viana.

E então ele dá aquele sorriso. Aquele que me faz sorrir junto mesmo que eu só queira chorar.  E eu sei que estou protegida. Estarei sempre protegida. Não é preciso ele dizer-me que estará ao meu lado para tudo porque eu já sei disso. Não sei como, mas sei. Apenas sei. E é por esse motivo que sorrio ao vê-lo sorrindo.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

:) , por Giselle Viana.

Então ela ergueu o olhar e passou a observar as estrelas. 
Eu as quero. 
Pensou e fitou a lua. Também a quero. E ao sol também. Então uma ruga surgiu em sua testa.
Mas será que vale a pena arriscar tentar tê-los pra mim?
E seu rosto suavizou. Não. Não valia a pena esse risco. 
Não agora que conseguia ver o quão bom estava sendo tudo. E o surgimento de um sorriso foi inevitável.
Giselle Viana.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Resposta pra ti, por Giselle Viana.

On me dit que le destin se moque bien de nous, qu'il ne nous donne rien, et qu'il nous promet tout, paraît que le bonheur est à portée de main, alors on tend la main et on se retrouve fou. 


Então não quero saber o que a vida me reserva, não quero pensar no que estar por vir. Como já lhe disse, não quero nada mas quero tudo, e isso já me basta. Quero apenas viver, sentir e ser feliz dessa maneira. Não me importa se isso é perigoso, se pode até ser errado, porque é o que quero e sei que é o mesmo que queres também. Então não há o que pensar, o que ser temido. Vamos brincar de ser feliz... e deixar tudo ser, tudo ter. E isso já nos basta. 


Giselle Viana.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tudo o que ela disse passando por minha cabeça. E nos ferimos, magoamos, nos perdemos e sentimos tanto... Estamos chateadas e perdemos a cabeça. Pergunto-me se ultrapassamos o limite e vejo que sim ao perceber que nos decepcionamos. Então fecho os olhos e peço para um dia voltar a ser livre, porque agora, nada é o bastante.
25/03/2010
Giselle Viana.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Depeche Mode - Enjoy The Silence.

Sem expectativas. É assim que devo permanecer.
Sem esperar por mais, sem desejar demais.




Sem promessas para que depois não sejam quebradas.
Sem nada a ser dito, porque é o melhor pra você. E é o que quer, também.
Então restará só o sentimento, em sua magnitude e intensidade incomparáveis.
E o sentiremos quando estivermos um no braço do outro. 
Palavras, por Giselle Viana.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

E se...

E se isso tivesse sido assim...
E se aquilo não tivesse acontecido...

E se você tentasse parar de pensar no que poderia ter acontecido e se focar apenas no presente? 
Garanto que viveria BEM melhor!

crédito da foto: http://www.fotolog.com.br/lifeonadraw   


domingo, 9 de janeiro de 2011

Mundos.

Ela vivia em seu próprio mundo. Achava-o melhor, pois o mundo real era cruel demais, errado demais. E faltava-lhe liberdade. Liberdade para cometer erros e aprender com eles, liberdade para ir e vir sem precisar dar todos os detalhes para alguém. Não precisava explicar o porquê de estar calada demais, ou falante demais. Nem o porquê de estar faminta ou sem apetite algum. Em seu mundo, ela era o que queria e o que fazia. Pena que esse mundo existia somente em sua mente. Então, no final, não adiantava de nada. Porque apesar de viver do modo que gostava dentro de si, o que realmente valia era sua convivência no mundo que compartilhava com os outros. E esse mundo, para ela, não era bom o bastante.

Giselle Viana.

domingo, 26 de dezembro de 2010

E hoje não quero saber de coisas belas. Não quero saber se o sol brilha lá fora, se os pássaros cantam ou se as crianças brincam na rua. Não quero fazer parte dessa alegria. Quero ficar aqui, comigo mesma. Sem compartilhar nada contigo. Hoje tirarei o dia para ser só minha.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Tinha de ser...



 Se você apareceu, foi porque era a pessoa certa.
Se ficamos juntos, foi porque assim tinha de ser.
Se nos magoamos, foi porque isso já estava escrito.
E se acabou, bom, a vida continua!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Não me importo. Ou talvez, penso não me importar.
Já não sei ao certo o que sinto, quero. Sinto que gosto de ti, que te quero, mas agora, não te quero ao meu lado, pareço não sentir o que sentia antes.
Então, o que eu realmente quero?
Além de fugir, sumir, eu não sei.
E talvez...
                  talvez, eu não queira nada.